“Por mais que eu soubesse que isso ia me entristecer, eu aceitei todos os riscos. Quando é amor a gente tem que se arriscar. Vai que dá certo.”
“Que a vontade de ser feliz, seja maior que o medo de se machucar de novo.”
“Nada é pra sempre e isso engloba tudo, desde um amor platônico até a dor. Nada nunca é pra sempre, mas uma hora melhora, porque tem que melhorar. É simples. Ninguém é completamente feliz assim como ninguém é absurdamente triste. Porque as pessoas são feitas de instantes. Tudo bem, a proporção nem sempre é proporcional. Os dias ruins tendem a durar muito mais do que os dias bons. Mas felicidade existe, amor existe. É só uma questão de tempo e paciência. É uma questão de saber esperar que a sua vez de sorrir vai chegar. É acreditar e não desistir. E o mais importante é ter fé.”
“Escrevo na primeira pessoa do singular porque sou eu quem choro, que sangro, que vivo. A minha história é real. O que sinto também real. O abraço da solidão, o meu gosto por músicas que despertem memórias, o meu gosto por romances que não deram certo, tudo isso é real. Por isso escrevo na primeira pessoa, porque sou eu, é a minha vida, são os meus sentimentos. Escrevo na primeira pessoa, porque sou a única pessoa que restou. E todo dia uma canção é escrita sobre um amor que não floriu, um romance é escrito sobre dois apaixonados que não puderam se amar. E tudo isso me faz escrever. Porque você faz falta e essa falta me consome, me dilacera. A sua falta me faz te amar. Sou do time dos que sonham alto, que acreditam em milagres. Sou daqueles que gostam do que não podem ter, que amam quem se foi. Eu amo você.”
“Com a nossa separação, ambos perdemos muito. Eu perdi porque você foi a pessoa que mais amei em minha vida. Você perdeu, porque fui a pessoa que mais te amou em toda sua vida.”
“Às vezes é preciso deixar de lado todos os problemas e todas as preocupações para sorrir um pouco…”
“Do que eu tenho medo? Deixa eu ver. Sei lá, de repente de chegar um dia e ver que foi tudo em vão, que não valeu a pena, cada gesto ou cada ação, cada investimento e concessão. Eu tenho medo de um dia acordar e sentir que acabou.”
“Com a nossa separação, ambos perdemos muito. Eu perdi porque você foi a pessoa que mais amei em minha vida. Você perdeu, porque fui a pessoa que mais te amou em toda sua vida.”
“Eu amo demais. Eu amo em silêncio, em segredo. Quem é amado por mim, quase nunca sabe. Eu amo tanto e se quer sei amar.”
“Veja só, eu de longe sei escrever. Mas essa é a única forma de expressar tudo que sinto. Alguns pintam, outros bordam e já eu, escrevo. Fugindo as regras gramáticas e a coerência. Mas depois que a licença poética foi descoberta, achei minha desculpa pra te chamar de cê. Porque eu sei que cê gosta dessa coisa de sotaque, de diminutivos e apelidos. Eu sei que cê gosta de chamar o João de Jão e a Elizabete e Betinha. O que cê não sabe, é que se você me chamasse de seu, eu deixaria você me chamar de seuzinho.”
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A Tati me apelidou de ogrodoce, certa estava ela. (via
querido—john)
“Eu não gosto de café porque pra mim é igual cerveja. Apenas não vejo graça. Não é atrativo aos meus olhos. Apenas amargo. A maioria das pessoas gostam, mas eu não sou a maioria. E a maioria também se entrega a qualquer faísca de sentimento e se agarra nela, como se não existissem outras faíscas maiores e melhores por aí. A ideia de estar apaixonado, é muito melhor do que realmente estar. Eu também nunca beijei garotas que gostassem de fumar, porque a fumaça do cigarro me trava a garganta. Pra falar a verdade, não sei o que os poetas viram no cigarro. Você já parou pra analisar a infinidade de textos e poemas que falam sobre o cigarro? Talvez, naquela época, fumar deveria estar na moda, igual nos dias de hoje. Outra coisa que não sai da moda é o café. Talvez, porque ele esfria. Isso, deve ser de onde vem as comparações com os sentimentos. Mas nunca saberei de onde vem os monstros. Assim como nunca saberei porque trocaram cerveja por vodca e porque eu fui me apaixonar por você. Que fuma, que bebe e que adora café frio. Daqui alguns anos algum poeta há de escrever sobre isso. Alguém ainda vai redigir nossa história.”
“Não te quero de volta, sabe? Só que é muito estranho. Essa sua falta de compaixão. Esse seu tanto faz. É incrível essa sua capacidade de não estar nem aí pra nada. A gente já foi alguma coisa. Tudo bem, a gente pode não ter sido um desses casais das telas de cinema. Mas a gente se amou. Porque eu te amei. Foi um amor comum e fadado ao fim. E, demorou, mas aceitei o término. Porque é pra frente que se anda. Mas olha só pra gente agora. Em que nos tornamos? Estranhos? Meros desconhecidos? Você não se da o trabalho de me dizer um simples “oi”, se quer um “como você está?”. E isso machuca, sabe? Essa sua indiferença me dilacera. Porque tudo isso me faz questionar suas palavras de outrora. Aquelas que encheram os meus olhos, ouvidos e as artérias que estão ligadas ao coração. Só tenta entender. Se sentir especial pra alguém, às vezes é bom. Saber que alguém se preocupa com a gente é melhor ainda. Porque o alguém dos meus textos continua sendo você.”
“Você me ganhou desde o primeiro “oi”, seu jeito era diferente e conseguiu me prender a você de um jeito que eu não consigo soltar, nem se pudesse, eu não soltaria. Eu fui me apegando, e quando vi, já estava completamente apaixonado, não pude evitar, você se tornou parte da minha rotina. Sempre soube da sua frieza, do seu medo de amar, do seu medo de se apegar. Eu fui tentando entender o seu silêncio, mesmo que ele me fizesse mal, eu sempre entendia o porque de tanto silêncio. Seu coração é gelado, e pode ser comparado com uma pedra de gelo, isso é resultado de tantas decepções que você teve. Eu te entendo, e entendo o porque de tanta frieza. Mas preciso que me entenda que eu estou fraco, estou fraco por tantas vezes tentar demonstrar o meu amor, demonstrar o quanto eu me importo com você, o quanto eu te quero por perto, mas nada disso foi suficiente para descongelar seu coração. Mas eu sinto que você precisa de mim, do meu amor, do meu carinho, da minha atenção. Mesmo eu sendo inseguro, eu não vou desistir de você, não depois de tudo que a gente viveu, tudo que a gente foi um para o outro, não depois de ouvir você me dizer que me ama. Eu me importo com você, eu te cuido, te aceito, te quero e te amo, meu amor.”
“Quando achar que não pode piorar, perceberá que pode, sim. E quando julgar que não tem como melhorar, verá que melhora.”
“Não sei se estou pronto para você. Sou do tipo: tudo ou nada. Apenas fecho os olhos e mergulho. E, sinceramente, não sei se estou pronto pra passar por tudo isso novamente. Primeiro um beijo, alguns encontros, uma aliança no dedo e quando me der conta, já tomou metade da minha vida. Outra vez. Não sei se estou pronto pra me machucar de novo. Aparentar ser forte é diferente de realmente ser.”
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A Tati me apelidou de ogrodoce, certa estava ela. (via
querido—john)